domingo, 2 de outubro de 2016


linguagem eletrônica

Hoje; a linguagem eletrônica está sendo muito comentada; e faz parte do cotidiano da maioria das pessoas. A linguagem desempenha um papel fundamental na comunicação social. Uma cultura pode depender totalmente; da comunicação oral ou escrita. A comunicação oral; escrita e a eletrônica fazem parte da comunicação viva; interativa; direta; contextualizada; situada em um contexto complexo; principalmente na produção escrita. O tema proposto nesta dissertação envolve a linguagem escrita e a comunicação eletrônica; a partir do que pensam alunos e professores e alunos do ensino médio. Teve como objetivo verificar se os alunos utilizam linguagem eletrônica nos textos escritos e o que pensam sobre a mesma; se a escrita usada pelos alunos está relacionada diretamente à linguagem eletrônica. Observou-se nos textos produzidos pelos alunos algumas dificuldades como: questão de ortografia; concordância verbal e nominal; estrutura textual; também de conteúdo; ou seja; argumentos sobre o mesmo. Categorizou-se as dificuldades apresentadas e analisou-se as mesmas. Metodologicamente; caracteriza-se como pesquisa qualitativa. Os sujeitos deste estudo foram alunos da terceira série do ensino médio e professores de Língua Portuguesa. A coleta de dados foi realizada a partir de entrevistas com questões abertas; aplicadas para professores e alunos e coleta de textos produzidos nas aulas de Língua Portuguesa e Geografia. A partir dos dados; foi realizada a análise com base nos autores da área. Diante disso; pode-se verificar que há alguns problemas de escrita relacionados diretamente à linguagem eletrônica. Pode-se observar outras dificuldades; especialmente; de coesão e coerência textual; ortografia e outras de conteúdo.

invenção da imprensa

Quando se estuda o período doRenascimento, geralmente se destaca o advento de algumas invenções, tais como o telescópio e o relógio de precisão. Uma dessas invenções que provocaram uma verdadeira revolução no terreno da escrita e da leitura foi aimprensa, isto é, a máquina de impressão tipográfica inventada pelo alemão Johann Gutenbergno século XV.
O nome imprensa remete, nos dias atuais, quase que automaticamente às instituições de divulgação de notícias e opiniões sobre fatos cotidianos, isto é: aos jornais e revistas especializados, sejam diários, semanários ou mensários. Esse nome, entretanto, designa, originariamente, um tipo de dispositivo técnico capaz de reproduzir palavras, frases, textos ou mesmo livros inteiros através de caracteres ou tipos móveis. Esse dispositivo foi inventado por Gutenberg na década de 1430.
Durante milênios a escrita restringia-se a modos de réplica muito limitados, como as tabuinhas com escrita cuneiforme dos povos sumérios, os papiros egípcios, os ideogramas chineses, entre outras variadas formas de reprodução, cujo acesso era restrito a pequenos grupos de pessoas, geralmente escribas. Apenas com a invenção de Gutenberg a propagação de livros, como a Bíblia – o primeiro dos livros inteiros publicados pela técnica da imprensa –, passou a ficar intensa. Isso se dava, fundamentalmente, em razão da facilidade que havia na reprodução dos textos. Não era necessário copiar à mão palava por palavra como se fazia até então. Fazia-se um molde com os caracteres móveis e, a partir dele, imprimiam-se quantas cópias o estoque de tinta à base de óleo suportasse. O nome que passou a ser dado ao conjunto de papéis impressos em caracteres móveis foicódice, do latim codex.
Modelo da máquina de impressão inventada por Gutenberg no século XV
Modelo da máquina de impressão inventada por Gutenberg no século XV
Como dito acima, o primeiro livro impresso foi a Bíblia, em idioma vernáculo (em alemão). Esse fato foi de fundamental importância à Reforma Protestante, que se desenrolou no século XVI, haja vista que até então a Bíblia era lida em latim e sua circulação não era tão grande tal como passaria a ser a partir da invenção da imprensa.
O historiador francês Roger Chartier, um dos grandes estudiosos da história do livro e da leitura, destacou que a invenção de Gutenberg foi tão revolucionária que só pode ser comparada à invenção do computador e da reprodução digital da escrita, como pode ser verificado no trecho a seguir:
“Minha primeira pergunta será a seguinte: como, na longa história do livro e da relação ao escrito, situar a revolução anunciada, mas, na verdade, já iniciada, que se passa do livro (ou do objeto escrito), tal qual o conhecemos, com seus cadernos, folhetos, páginas, para o texto eletrônico e a leitura num monitor? […] A primeira revolução é técnica: ela modifica totalmente, nos meados do século XV, os modos de reprodução dos textos e de produção dos livros. Com os caracteres móveis e a prensa de imprimir, a cópia manuscrita deixa de ser o único recurso disponível para assegurar a multiplicação e a circulação dos textos.” (CHARTIER, Roger. Do códige ao monitor: a trajetória do escritoEstud. av. 1994, vol.8, n.21, pp. 185-199. ISSN 0103-4014.)

Origem do Alfabeto

O alfabeto, tal qual o utilizamos hoje, é o legado de várias culturas a partir da necessidade de registro dos sons das palavras e passou por várias transições. As primeiras representações das palavras são atribuídas a um povo semita que vivia perto do Egito há cerca de 5,5 mil anos.
Já a representação fonética das palavras é atribuída aos fenícios, sendo o modelo primordial utilizado atualmente. Por convenção, os alfabetos são abstratos e podem ser usados e adaptados a qualquer tipo de língua.​

Primeiros Símbolos

Os primeiros símbolos surgiram na região da baixa Mesopotâmia e consistiam em ideogramas e pictogramas que eram desenhos representativos de objetos. Esse sistema facilitava o entendimento nos mais diversos idiomas. Assim, estava sanada a possibilidade de registrar, armazenar dados e representar a história.
Com o passar do tempo, porém, os símbolos ficaram numerosos e representá-los era complexo. Era preciso a criação de um modelo que comportasse a formação de palavras.
Em princípio, o modelo desenvolvido pelos semitas com base na escrita egípcia -hieróglifos - foi utilizado durante 3 mil anos. Era um alfabeto silábico considerado prático, elaborado com base na escrita cuneiforme com formas gráficas e desenhos.

Alfabeto Fenício

Como maneira de facilitar os trâmites da atividade comercial, os fenícios passaram a utilizar a escrita. As anotações fonéticas foram desenvolvidas pelos fenícios a partir da escrita semita e passam a ser alfabética em meados do século XV a.C., sendo difundidas pelo mundo antigo.
O alfabeto fenício arcaico originou todos os alfabetos atuais. O sistema é composto por 22 signos que permitem a elaboração da representação fonética de qualquer palavra.
Origem do AlfabetoAlfabeto Fenício
Diferente do conjunto de representações do povo semita, o alfabeto fenício continha símbolos específicos. As letras vão da direta para a esquerda. Esse alfabeto foi adotado pelos vizinhos, chegando aos cananeus e hebreus.
Como os fenícios eram mercadores e precisavam anotar suas transações, conseguiram levar seu método de representação fonética para o Oriente Médio e a Ásia Menor, além dos árabes, etrucos e gregos, chegando à Península Ibérica.

Alfabeto Grego

Foi esse o alfabeto adotado pelos gregos por volta do século VIII a.C. Os gregos acrescentaram ao sistema mais sons vocálicos e o alfabeto passou a ter 24 letras, entre vogais e consoantes.
Com base neste sistema, um tanto mais refinado, originam-se outros alfabetos, como o etrusco e o gótico, na Idade Média; o grego clássico e o latino, que foi adotado pelos romanos. Em consequência da expansão do Império Romano, o alfabeto latino foi largamente difundido.
Foram os gregos os primeiros europeus a aprender escrever com um alfabeto e seu sistema foi fundamental para o mundo moderno.
A palavra alfabeto, aliás, é de origem grega e representa a primeira letra (Alfa) e a segunda (Beta). Com a adoção de um sistema de notação silábica, os gregos influenciaram em todo o alfabeto moderno.
As primeiras tentativas de representação gráfica da pronúncia das palavras ocorreu por volta de 1500 a.C., mas os símbolos não permitam o registro preciso dos sons. Assim, por volta do século 9 a.C., os gregos passaram a usar o alfabeto fenício que, mesmo representando os sons, não continham vogais.
Como maneira de adaptação às suas necessidades, os gregos modificaram o que lhes parecia estranho, acresceram vogais e introduziram variantes adequadas à língua que empregavam.
No início, a escrita grega acompanhava a fenícia, da direita para a esquerda. A direção foi alterada gradativamente até a adoção do sistema atual, da esquerda para a direita, padrão seguido hoje no mundo.
As letras gregas também foram adotadas na anotação de números. No sistema grego, cada letra tem um valor numérico. Hoje, o sistema é aplicado na linguagem científica e matemática.
O alfabeto grego ainda é um sistema de escrita aplicado na Grécia e nas comunidades gregas pelo mundo.
Confira o alfabeto completo em Alfabeto Grego.

Alfabeto Latino ou Romano

O latim é uma língua que pertence à família indo-europeia, assim como o grego, o sânscrito, o escandinavo antigo e o russo.
O alfabeto latino ou romano surgiu em meados do século 7 a.C. como adaptação ao etrusco. Os etruscos usavam o alfabeto grego, de onde derivam os caracteres representativos da língua latina, e o repassaram aos romanos. Sob a influência do Império Romano, muitas nações passaram a usar o latim para escrever sua própria língua.
Em consequência, todas as nações da Europa Ocidental passaram a usar o alfabeto latim que ainda hoje é o mais utilizado no mundo.
A mais antiga inscrição de caracteres latinos data, justamente do século 7 a.C. e está presente em um broche dourado guardado no Museu Etnográfico Luigi Pigorini, em Roma.
Seguindo a orientação da origem grega, as anotações latinas são lidas da esquerda para a direita. Originalmente, o alfabeto latino é constituído por 26 letras (A,B,C,D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, X, Y, W, Z).
A letra Z chegou ser descartada no século 250 a.C. porque o latim, neste período, não continha nenhum som específico para este sinal gráfico. Outras letras, contudo, foram introduzidas, seno a L e C. Depois do século 1 a.C., em decorrência da influência romana, os símbolos Y e Z foram introduzidos ao alfabeto latino.
Na Idade Média, quando a Igreja Católica exercia poderes políticos sobre a Europa Norte e Central, o alfabeto latino foi aprovado com algumas modificações para germânicos e eslavos. As chamadas línguas românicas tardias passaram a usar sinais diacríticos para a expressão de seus sons específicos. São o trema no alemão (ü), o cedilha no português e francês (ç) e o til em português e espanhol (~).

Alfabeto Português

O alfabeto de representação gráfica da língua portuguesa é o latino. Os países de língua portuguesa, que incluem o Brasil, aboliram as variações após a assinatura do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e acrescentaram as letras que notam os sons de K, Y e W.
Assim, esse alfabeto é grafado pelas letras, A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, X, Y, W, Z.
https://www.todamateria.com.br/origem-do-alfabeto/

linguagem na histótia

costuma-se conceber a história como a sequência das marcas deixadas pelos acontecimentos  do passado. No entanto, sabemos que nem todo acontecimento tem o mesmo impacto sobre o futuro, nem todos os momentos foram igualmente fecundos na produção de novas possibilidades. Alguns foram mais importantes que outros, e bem poucos tiveram o poder de abrir grandes períodos históricos para a humanidade.
Quais seriam, portanto, os eventos  mais marcantes na historia da linguagem e da comunicação, aqueles que tiveram o poder de abrir novas possibilidades para a humanidade?

linguagem

A linguagem é o instrumento de comunicação que o homem usa para se expressar. Tal premissa levou inúmeros pensadores a debater qual seria a origem da linguagem e, durante muito tempo, houve amplas discussões, mas sem nenhum consenso ideológico. Embora a linguagem seja o instrumento de um filósofo, não havia uma área do conhecimento destinada a estudá-la em sua plenitude ontológica e histórica. A partir do século XIX, após a publicação das teorias de Saussure, a Linguística Histórica começou a ganhar notoriedade como a área do conhecimento responsável pela investigação dos pressupostos evolutivos da língua, sendo muitas vezes confundida com a História da Linguagem – área do conhecimento que analisa a linguagem humana sob termos filosóficos e históricos. Em suma, o presente artigo tem como principal objetivo fazer um estudo destinado à compreensão das convergências e divergências existentes entre a História da Linguagem e a Linguística Histórica, pois ambas as áreas contribuem ao entendimento da dimensão filosófica, social e cultural da existência do homem como ser comunicativo.

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